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CURSO DE RECARGA DE MUNIÇÕES

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A recarga de munição é uma atividade realizada por atiradores para montar munições, reutilizando o estojo e usando insumos novos, confeccionando assim uma nova munição.

A atividade é regulamentada no Brasil pela Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército Brasileiro, portanto para realizar a recarga o atirador deve obter autorização através do Certificado de Registro – CR.

A recarga de munição necessita alguns equipamentos básicos para realizar o procedimento de recarga, tais como: tamboreador, prensa (máquina), matrizes (dies), balança, paquimetro e outros.

A medida mundialmente utilizada para se mensurar a massa dos componentes da recarga é a unidade de medida Grain (grão), que corresponde a aproximadamente 0,0648 gramas.

O vídeo abaixo mostra um pouco do Curso de Recarga de Munições que ministramos aqui em Goiânia em parceria com o experiente atirador José Neto, que é o professor do curso.

E considerando que o YouTube pode a qualquer momento assumir que tem uma política desarmamentista ferrenha e bloquear nosso canal e todos outros canais que falam de armas de fogo, agora, além de postarmos o vídeo lá, vamos fazer aqui também.

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Major Bruno.

NOVO FABRICANTE DE ARMAS NO BRASIL

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Nesta quarta feira, na Escola Superior de Polícia, da Polícia Civil do Estado de Goiás, fomos convidados a participar da apresentação de uma fábrica da Eslovênia que irá produzir suas armas nas terras tupiniquins, a Rex Fire Arms.

Isto só foi possível, pois outra empresa, que é goiana, a DelFire Arms, fundada pelo empresário Gustavo Daher Delgado, comprou a tecnologia da fábrica eslovena e irá reproduzir suas pistolas em seu pátio fabril, situado em Anápolis, há 40 quilômetros de Goiânia.

Todo corpo das pistolas e dos outros futuros modelos serão fabricados aqui no Brasil, com a excessão dos canos que virão da Arex, pois são produzidos através de martelamento a frio, o que dá uma excepcional qualidade a eles.

Na ocasião várias autoridades do Estado de Goiás compareceram à apresentação do armamento e nós do 1911 ARMAS DE FOGO tivemos acesso às armas e realizamos alguns disparos, que previamente nos agradou muito.

Este vídeo institucional mostra muito do que está linda pistola hammer fire tem a oferecer.

A princípio as armas irão ser fabricadas no calibres 9×19 mm Parabellum e serão destinadas às forças policiais. Segundo o CEO da DelFire Arms, Augusto de Jesus Delgado, ainda neste ano as pistolas estarão disponíveis para as corporações que desejarem adquiri-las e para o próximo ano uma versão no calibre .380 ACP, será desenvolvida e comercializada exclusivamente para o mercado nacional (graças às limitações legais que só detonam o cidadão de bem).

A DelFire Arms ainda doou pistolas para a PMGO e PCGO, para que elas sejam usadas na lida operacional destas corporações, com o objetivo de provar a robustez, segurança e qualidade que são, segundo seus representantes, incontestáveis. Uma coisa eu tive certeza ao manusear e disparar com elas, melhores que as pistolas fábricadas no Brasil elas são tranquilamente.

Confira o vídeo de nosso canal no YouTube feito no dia da apresentação.

Fizemos também uma transmissão ao vivo no Facebook, onde é possível ver maiores detalhes do evento e inclusive os operadores da Polenar Tactical fazendo a apresentação e disparando com as pistolas.

Nos próximos dias iremos visitar e mostrar as instalações da fábrica e iremos trazer com exclusividade, maiores detalhes da DelFire Arms, que trará também para o Brasil carabinas na plataforma AR, no 5.56 mm NATO!

A chegada deste novo fabricante ao Brasil é mais uma vitória nesta guerra que os atiradores, os policiais e os amantes das armas de fogo travam contra o monopólio das armas de fogo e munições que vigora no Brasil há décadas. Tudo nos leva a crer que em breve muita coisa irá mudar e para melhor, muito melhor!

“In omnia paratus.”! 👊🗡🔫

Major Bruno.

TESTANDO AS ARMAS DA ARMALITE

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Este é o terceiro vídeo da série que mostra nossa visita à fábrica da ArmaLite nos Estados Unidos, onde passamos três meses atirando, fazendo cursos e conhecendo a cultura americana.

No primeiro vídeo conversamos com o CEO da empresa que nos contou sobre a holding da qual a empresa faz parte e os planos para o futuro, já que agora esta holding, bem como a ArmaLite são de propriedade de um brasileiro – https://1911armasdefogo.com/2017/11/06/armalite-onde-tudo-comecou/.

No segundo vídeo mostramos o curso que fizemos no deserto do Arizona com profissionais da SWAT de Phoenix, sob sol de 50°C – https://1911armasdefogo.com/2017/12/27/curso-de-carabina-da-armalite/.

Neste vídeo vamos mostrar o teste que fizemos com os rifles da marca, usando munições e supressões de som também fabricados por eles, que simplesmente são espetaculares.

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ARMALITE, ONDE TUDO COMEÇOU!

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Fizemos um tour bélico de três meses pelos Estados Unidos da América e entre outros vários lugares que visitamos, fomos a fábrica da ArmaLite, que é o nascedouro da plataforma AR, umas das melhores, senão a melhor plataforma de fuzil do mundo! Sim, essa tão famosa plataforma de fuzil foi criada por essa empresa, a ArmaLite, onde tudo começou!

Este é o primeiro vídeo de uma série de três, onde entrevistamos o CEO da holding, composta por cinco empresas de produtos bélicos, dentre elas a ArmaLite. Ele é argentino, porém, brasileiro de coração.

O Logotipo das cinco empresas que compõem a SAC.

Gabriel Araújo, CEO da SAC.

Tivemos a oportunidade de atirar com as armas da ArmaLite e inclusive fizemos um curso, minha esposa, Sargento Rhainna e eu, no sol escaldante do deserto do Arizona, sob 49° C, mas esse é o tema de nossa terceira publicação.

Agora veja a entrevista exclusiva feita em Phoenix – Arizona e para atiçar a curiosidade de todos, adianto que a ArmaLite e todas as outras empresas da SAC são de propriedade de um brasileiro. 

Em breve publicaremos a segunda e a terceira parte desta série que trata desta mundialmente renomada fábrica de fuzis.

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1911 ARMAS DE FOGO NA LAAD 2017

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A LAAD é a maior feira de defesa e segurança da América Latina e acontece todos os anos no Rio Centro, que é um importante centro de convenções no Rio de Janeiro.

Expositores do mundo todo, das mais diversas indústrias que criam e comercializam produtos para segurança pública e privada e defesa interna e externa levam seus produtos para essa importante feira, que já tem o seu lugar no cenário mundial.

Comigo, minha esposa Sargento Rhainna e à direita a CEO da RUAG no Brasil, Maria Vasconcelos.

Aproveitamos essa diversidade de expositores e suas infinitas novidades para entrevistar alguns deles. Nesta publicação vamos postar os vídeos da LAAD 2017, começando pela RUAG, que é uma fábrica de munições Suíça, que está há mais de oito anos lutando contra o monopólio das armas e munições no Brasil, tentando fundar uma fábrica aqui em nosso país tupiniquim.

Dentre as várias fábricas de armas que estavam presentes na feira, algumas se destacam no cenário mundial, como por exemplo a renomada fábrica austríaca de pistolas, a Glock. Fomos recebidos pelo representante nacional da Glock no Brasil, que nos contou os planos da fábrica para o Brasil. 

Infelizmente nosso Brasil varonil só possui duas fábricas de armas de fogo, uma delas é a IMBEL. Fomos recebidos no estande da marca, onde pudemos conferir os lançamentos futuros da empresa, incluindo uma pistola em polímero DAO – somente Ação Dupla. Confira nos dois vídeos que fizemos. 

Encontramos muita coisa interessante na feira, inclusive este equipamento virtual de treinamento de tiro, que é um instrumento didático perfeito para as forças policiais treinarem seus agentes. 


Finalmente fomos ao estande da Caracal, que é uma fábrica de armas de fogo dos Emirados Árabes que pretende construir um pátio fabril em Anápolis – GO. 

A direita o CEO mundial da Caracal, Hamad Al Almere e esquerda o CEO brasileiro da Caracal, Paulo Humberto Barbosa.

Fizemos também várias transmissões ao vivo durante a LAAD, onde nossos seguidores puderam ver os corredores da feira e sentir um pouco do clima do local, onde muita coisa legal estava em exposição. O link a frente dá acesso a uma das transmissões ao vivo postadas em nossa Fanpage no Facebook.  

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=786811501474740&id=127820877373809

Mais uma vez, junto com minha esposa, Sargento Rhainna, administradora das mídias sociais do Batom Policial, trouxemos as novidades da maior feira de segurança e defesa da América Latina para nossos seguidores e assim tentaremos sempre fazer. Não recebemos nada mais valioso que o respeito e carinho de todos nossos seguidores.

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CALIBRES MENORES OU SUBCALIBRES

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Qual o melhor calibre para defesa? O que você tiver na mão, claro! Vale muito mais uma .22 na mão que um .44 Magnum trancado no cofre.

Mas, efetivamente, o que dizer dos calibres com menor transmissão de energia, como o próprio .22 LR, 6.35 mm ou o .32 ACP S&W Long?

Quando foram criados, estes calibres, chamados por alguns de “subcalibres”, foram adaptados para pequenas armas de porte, do tipo que um cavalheiro carregaria no bolso do paletó ou uma dama em sua bolsa. Naqueles tempos, a bandidagem era mais tranquila, o uso da violência era pouco disseminado e o acesso às armas menos restrito, permitindo que a pessoa tivesse mais de uma arma, podendo escolher uma pequena e mais fraca para ocasiões sociais, ou uma mais potente para o porte diário, que podia ser velado ou ostensivo.

O famoso Buffalo Bill, por exemplo, carregava sempre um revolver Colt Navy .36 para o porte ostensivo e um Colt .31 para porte velado, que equivalem atualmente ao .38 SPL e ao .32 S&W, respectivamente. 

Atualmente, graças as ríspidas restrições legais e com criminosos cada vez mais ousados e bem armados, é necessário usar o melhor calibre que o atirador puder adquirir e atirar com ele com controle e muita precisão, que no caso do Brasil é o calibre .38 SPL para os revólveres e o .380 ACP para as pistolas.

Pensando em calibres adequados para defesa pessoal, remetemo-nos a armas com recuo controlável e com transmissão de energia que possa cessar a agressão no menor tempo possível. Estas condições excluem calibres como .44 Magnum (no filme, Dirty Harry explica aos recrutas matadores que usa cargas mais leves para ter mais controle), 454 Casull, .50 AE e o .500 S&W Magnum, por exemplo. Mesmo o .357 Magnum, o .40 S&W e .45 ACP podem ser difíceis de controlar em armas menores, pois o recuo será muito forte, dificultando sobre maneira o reenquadramento da arma no segundo tiro. E de igual maneira não permitiria calibres como os citados no início desta publicação, já que o .22 LR, o 6.35 mm e o .32 S&W longo, não possuem energia suficiente para a incapacitação imediata pretendida.

No Brasil, diante da falta de opções e das restrições legais, o padrão fica entre os .380 ACP e 38S PL, consideradas por alguns especialistas como o calibre mínimo para defesa pessoal. O último, em suas variantes +P (mais pólvora), é mais interessante para defesa, pois é capaz de transmitir mais energia para o objeto atingido pelo projétil. Porém, tem contra si, a baixa capacidade dos revólveres. Neste caso, a escolha deve ser feita individualmente, considerando as particularidades de cada arma, do estilo de vida e dos usos que o proprietário pretende.

Essa eterna dúvida entre revólver e pistola já foi discutida em outra publicação muito explicativa, aqui mesmo em nosso Blog na publicação à frente: REVÓLVER OU PISTOLA 

Mas quanto aos pequenos calibres, pode-se usá-los? Se você já tem a arma, use-a, mas sabendo de antemão que não é a opção adequada,  ja esforçando-se para adquirir uma arma mais potente no futuro. Como a potência é baixa, não adianta tentar usar munição de ponta oca (expansiva), devendo-se focar principalmente na penetração e treinar muito para obter a maior precisão possível, tentando assim atingir áreas importantes no corpo de seu agressor.

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Autor: Equipe 1911 #derval 

Editor: Eduardo Bruno Alves 

SISTEMA “STRAIGHT PULL” – PUXADA RETA

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Straight pull ou “puxada reta”, em tradução literal, é um sistema de funcionamento de armas de fogo, especialmente das armas longas.

Consiste-se basicamente em um sistema de funcionamento por ferrolho, mas com o diferencial de funcionar com a execução de uma puxada reta e diferente do manuseio tradicional não é necessário levantar e puxar a alavanca do ferrolho, que é a ação mais comum e a primeira em que se pensa quando se fala em ação por ferrolho, sendo os Mauser e os Lee-Enfield os expoentes mais interessantes, mecanicamente falando.

Há uma tendência mundial em se resgatar está ação de ferollho e emprega-la em outros tipos de armas que não rifles de caça ou de tiro de precisão.

Tal fato se deve basicamente por dois motivos: 1) com as tecnologias atuais, a velocidade de acionamento do ferrolho de puxada reta é superior à dos ferrolhos convencionais, que tem uma puxada giratoria; 2) este tipo de sistema de ferrolho é uma saída prática às investidas desarmamentistas que vem acontecendo em diversos países, onde vários tipos de sistemas de funcionamento são proibidos ou restritos, como por exemplo as espingardas pump action (ação por bombeamento) e armas semiautomáticas.

Esses ataques desarmamentistas forçaram atiradores e fabricantes a utilizarem o sistema straight pull em armas como espingardas e rifles, que a princípio poderiam funcionar no sistema semiautomático ou com o acionamento tradicional do ferrolho.

O sistema straight pull é mais intrincado de produzir que o seu concorrente rotativo, razão pela qual aquele não é tão adotado, assim como determinados sistemas de funcionamento são um pouco mais delicados e suscetíveis às elementos externos, como sujeira, pó e umidade.

A POF-USA, fabricante de armas e peças norte americana, apresentou uma versão do AR-15 neste sistema, o que em teoria, tornaria possível a importação e uso dessa arma por atiradores e caçadores brasileiros. Tal já ocorre há algum tempo em países como Inglaterra e Austrália, e recentemente, no Estado da Califórnia, nos EUA, dentre outros que sofrem com o desarmamento naquele país, chamado de “gun ban”.

Os primeiros e mais famosos rifles de ação por ferrolho de puxada reta foram o Ross canadense, introduzido em 1903; o suiço Schmidt–Rubin, introduzido em 1889, e cuja variante K-31 é uma das mais apreciadas; e o austro-húngaro Mannlicher M1895.

Apesar de todos usarem o ferrolho de puxada reta, seus mecanimos não guardam relação de projeto entre si, embora possuam algumas pequenas semelhanças.
Na atualidade, além da POF-USA, outros fabricantes de armas modulares tem adotado o sistema, como por exemplo a Blaser, um fabricante alemão de rifles e espingardas finos; o fabricante Browning, que trouxe o seu Browning Maral; a Pardus, fabricante turca de espingardas que lançou a BA12, uma espingarda gauge 12. 

Não é possível no momento listar todos os fabricantes que produzem armas nesta ação, pois a cada dia mais e mais fabricas estão investindo em alternativas para vender em locais onde os direitos de posse e porte de arma não são desrespeitados.

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Mais informações:

Schmidt-Rubin: http://www.thefirearmblog.com/blog/2013/08/28/swiss-k31-bolt/

Pardus BA12: https://www.facebook.com/pardusarms/videos/651739801697427/

Blaser: http://www.blaser-usa.com/index.php?id=190&L=1

Autor: Equipe 1911 #derval 

Editor: Eduardo Bruno Alves 

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