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CALIBRES MENORES OU SUBCALIBRES

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Qual o melhor calibre para defesa? O que você tiver na mão, claro! Vale muito mais uma .22 na mão que um .44 Magnum trancado no cofre.

Mas, efetivamente, o que dizer dos calibres com menor transmissão de energia, como o próprio .22 LR, 6.35 mm ou o .32 ACP S&W Long?

Quando foram criados, estes calibres, chamados por alguns de “subcalibres”, foram adaptados para pequenas armas de porte, do tipo que um cavalheiro carregaria no bolso do paletó ou uma dama em sua bolsa. Naqueles tempos, a bandidagem era mais tranquila, o uso da violência era pouco disseminado e o acesso às armas menos restrito, permitindo que a pessoa tivesse mais de uma arma, podendo escolher uma pequena e mais fraca para ocasiões sociais, ou uma mais potente para o porte diário, que podia ser velado ou ostensivo.

O famoso Buffalo Bill, por exemplo, carregava sempre um revolver Colt Navy .36 para o porte ostensivo e um Colt .31 para porte velado, que equivalem atualmente ao .38 SPL e ao .32 S&W, respectivamente. 

Atualmente, graças as ríspidas restrições legais e com criminosos cada vez mais ousados e bem armados, é necessário usar o melhor calibre que o atirador puder adquirir e atirar com ele com controle e muita precisão, que no caso do Brasil é o calibre .38 SPL para os revólveres e o .380 ACP para as pistolas.

Pensando em calibres adequados para defesa pessoal, remetemo-nos a armas com recuo controlável e com transmissão de energia que possa cessar a agressão no menor tempo possível. Estas condições excluem calibres como .44 Magnum (no filme, Dirty Harry explica aos recrutas matadores que usa cargas mais leves para ter mais controle), 454 Casull, .50 AE e o .500 S&W Magnum, por exemplo. Mesmo o .357 Magnum, o .40 S&W e .45 ACP podem ser difíceis de controlar em armas menores, pois o recuo será muito forte, dificultando sobre maneira o reenquadramento da arma no segundo tiro. E de igual maneira não permitiria calibres como os citados no início desta publicação, já que o .22 LR, o 6.35 mm e o .32 S&W longo, não possuem energia suficiente para a incapacitação imediata pretendida.

No Brasil, diante da falta de opções e das restrições legais, o padrão fica entre os .380 ACP e 38S PL, consideradas por alguns especialistas como o calibre mínimo para defesa pessoal. O último, em suas variantes +P (mais pólvora), é mais interessante para defesa, pois é capaz de transmitir mais energia para o objeto atingido pelo projétil. Porém, tem contra si, a baixa capacidade dos revólveres. Neste caso, a escolha deve ser feita individualmente, considerando as particularidades de cada arma, do estilo de vida e dos usos que o proprietário pretende.

Essa eterna dúvida entre revólver e pistola já foi discutida em outra publicação muito explicativa, aqui mesmo em nosso Blog na publicação à frente: REVÓLVER OU PISTOLA 

Mas quanto aos pequenos calibres, pode-se usá-los? Se você já tem a arma, use-a, mas sabendo de antemão que não é a opção adequada,  ja esforçando-se para adquirir uma arma mais potente no futuro. Como a potência é baixa, não adianta tentar usar munição de ponta oca (expansiva), devendo-se focar principalmente na penetração e treinar muito para obter a maior precisão possível, tentando assim atingir áreas importantes no corpo de seu agressor.

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Autor: Equipe 1911 #derval 

Editor: Eduardo Bruno Alves 

SISTEMA “STRAIGHT PULL” – PUXADA RETA

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Straight pull ou “puxada reta”, em tradução literal, é um sistema de funcionamento de armas de fogo, especialmente das armas longas.

Consiste-se basicamente em um sistema de funcionamento por ferrolho, mas com o diferencial de funcionar com a execução de uma puxada reta e diferente do manuseio tradicional não é necessário levantar e puxar a alavanca do ferrolho, que é a ação mais comum e a primeira em que se pensa quando se fala em ação por ferrolho, sendo os Mauser e os Lee-Enfield os expoentes mais interessantes, mecanicamente falando.

Há uma tendência mundial em se resgatar está ação de ferollho e emprega-la em outros tipos de armas que não rifles de caça ou de tiro de precisão.

Tal fato se deve basicamente por dois motivos: 1) com as tecnologias atuais, a velocidade de acionamento do ferrolho de puxada reta é superior à dos ferrolhos convencionais, que tem uma puxada giratoria; 2) este tipo de sistema de ferrolho é uma saída prática às investidas desarmamentistas que vem acontecendo em diversos países, onde vários tipos de sistemas de funcionamento são proibidos ou restritos, como por exemplo as espingardas pump action (ação por bombeamento) e armas semiautomáticas.

Esses ataques desarmamentistas forçaram atiradores e fabricantes a utilizarem o sistema straight pull em armas como espingardas e rifles, que a princípio poderiam funcionar no sistema semiautomático ou com o acionamento tradicional do ferrolho.

O sistema straight pull é mais intrincado de produzir que o seu concorrente rotativo, razão pela qual aquele não é tão adotado, assim como determinados sistemas de funcionamento são um pouco mais delicados e suscetíveis às elementos externos, como sujeira, pó e umidade.

A POF-USA, fabricante de armas e peças norte americana, apresentou uma versão do AR-15 neste sistema, o que em teoria, tornaria possível a importação e uso dessa arma por atiradores e caçadores brasileiros. Tal já ocorre há algum tempo em países como Inglaterra e Austrália, e recentemente, no Estado da Califórnia, nos EUA, dentre outros que sofrem com o desarmamento naquele país, chamado de “gun ban”.

Os primeiros e mais famosos rifles de ação por ferrolho de puxada reta foram o Ross canadense, introduzido em 1903; o suiço Schmidt–Rubin, introduzido em 1889, e cuja variante K-31 é uma das mais apreciadas; e o austro-húngaro Mannlicher M1895.

Apesar de todos usarem o ferrolho de puxada reta, seus mecanimos não guardam relação de projeto entre si, embora possuam algumas pequenas semelhanças.
Na atualidade, além da POF-USA, outros fabricantes de armas modulares tem adotado o sistema, como por exemplo a Blaser, um fabricante alemão de rifles e espingardas finos; o fabricante Browning, que trouxe o seu Browning Maral; a Pardus, fabricante turca de espingardas que lançou a BA12, uma espingarda gauge 12. 

Não é possível no momento listar todos os fabricantes que produzem armas nesta ação, pois a cada dia mais e mais fabricas estão investindo em alternativas para vender em locais onde os direitos de posse e porte de arma não são desrespeitados.

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Mais informações:

Schmidt-Rubin: http://www.thefirearmblog.com/blog/2013/08/28/swiss-k31-bolt/

Pardus BA12: https://www.facebook.com/pardusarms/videos/651739801697427/

Blaser: http://www.blaser-usa.com/index.php?id=190&L=1

Autor: Equipe 1911 #derval 

Editor: Eduardo Bruno Alves 

POCKET GUN – ARMAS DE BOLSO

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Neste vídeo vamos falar sobre Pocket Gun, as famosas armas de bolso. Fizemos um comparativo entre algumas armas nacionais e importadas, como por exemplo a PT 740 e a PT 640. Aproveito para esclarecer que a pistola Colt usada não funcionou bem, por problemas da arma mesmo.

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SISTEMA ADC

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Neste novo vídeo para o Youtube falamos sobre o sistema ADC (Armador Desarmador do Cão) das pistolas de Ação Simples, que é um sistema de dificil manuseio, porém, saber usá-lo é muito importante!

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SISTEMAS DE ACIONAMENTO DE UMA ARMA DE FOGO

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Neste nosso segundo vídeo feito para o Youtube, falamos de outra dúvida muito frequente entre nossos seguidores do Facebook e do Instagram, que é sobre os Sistemas de Acionamento de uma arma de fogo. Saiba mais sobre o que é a Ação Simples e a Ação Dupla de uma arma de fogo e veja como fazer no momento do disparo.

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REVÓLVER OU PISTOLA. QUAL É O MELHOR?

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Esta é uma pergunta antiga e muito polêmica, já envolve muita paixão – pois é isso que o revólver significa!!! Quem não esbugalha os olhos quando vê um grande e imponente revólver? E também envolve desconfiança, que é o que muitos ainda tem em relação às pistolas, principalmente aqueles que não tem intimidade com essa tipo de arma de fogo.

A verdade é que hoje as duas armas coexistem e tem seus adeptos, que movidos pela paixão, ou pela razão fazem sua escolha e a defende com veemência. Por isso esclareço logo no inicio deste artigo que as palavras que seguem à frente são as minhas considerações sobre o tema, nada mais do que isso.

revolver e pistola 2

Por exemplo, temos aqui nessa foto uma pistola Desert Eagle da IWI (Industria Israelense de Armas), no calibre .50AE (Action Express) e um revolver G500 da Smith & Wesson, que calça o calibre .500 S&W Magnum. São dois canhões  desejados pela grande maioria dos atiradores e admiradores de armas de fogo do mundo todo!!!

Mas esses dois calibres não servem para o uso policial ou para a defesa pessoal por causa do grande recuo que eles geram e também pelo exagerado tamanho. O tempo de reenquadramento da arma após um disparo é muito longo, de forma que enquanto você faz um disparo, seu oponente, armado de .380 ACP, faz três ou quatro. Claro que se você conseguir acertar seu oponente ele vai morrer umas três vezes!!

Uma curiosidade desses calibres é que eles são – teoricamente – iguais, só que um é uma versão para pistolas e o outro para revolveres. Se você quiser saber tudo sobre o .500 S&W MAGNUM – O CALIBRE DE MÃO MAIS PODEROSO DE TODOS, é só clicar aí. Essa é uma de nossas melhores publicações!

Já que o tema é bastante polêmico, para diminuir o alcance de nossa despretensiosa discussão, vamos nos ater a controvérsia REVOLVER X PISTOLA, apenas para o emprego policial e para a defesa pessoal.

Esse vídeo mostra um teste balístico que começa com uma 9mm, passa pelo Casull 454 e termina no G500.

Vamos iniciar os debates sobre o tema, para mais à frente chegarmos à conclusão se é o revolver ou a pistola

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PARA ONDE VÃO AS ARMAS DE FOGO APREENDIDAS NO BRASIL

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Com as novas discussões sobre o Estatuto do Desarmamento – Lei 10.826/2003, várias questões envolvendo as armas de fogo de nosso país vieram à baila novamente, como por exemplo se o cidadão tem direito de portar uma arma de fogo ou não. Mas essa questão polêmica não é nosso objetivo hoje, mesmo porque sou suspeito para debater esse tema, pois amante das armas de fogo como sou, é claro que acho que todo cidadão tem direito de se defender, inclusive usando uma arma de fogo se for preciso. O tema que iremos tratar nessa publicação é qual o fim das armas de fogo apreendidas no Brasil, pois poucos sabem o que acontece com essas armas.

A destruição de armas de fogo

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