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1911 ARMAS DE FOGO NA LAAD 2017

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A LAAD é a maior feira de defesa e segurança da América Latina e acontece todos os anos no Rio Centro, que é um importante centro de convenções no Rio de Janeiro.

Expositores do mundo todo, das mais diversas indústrias que criam e comercializam produtos para segurança pública e privada e defesa interna e externa levam seus produtos para essa importante feira, que já tem o seu lugar no cenário mundial.

Comigo, minha esposa Sargento Rhainna e à direita a CEO da RUAG no Brasil, Maria Vasconcelos.

Aproveitamos essa diversidade de expositores e suas infinitas novidades para entrevistar alguns deles. Nesta publicação vamos postar os vídeos da LAAD 2017, começando pela RUAG, que é uma fábrica de munições Suíça, que está há mais de oito anos lutando contra o monopólio das armas e munições no Brasil, tentando fundar uma fábrica aqui em nosso país tupiniquim.

Dentre as várias fábricas de armas que estavam presentes na feira, algumas se destacam no cenário mundial, como por exemplo a renomada fábrica austríaca de pistolas, a Glock. Fomos recebidos pelo representante nacional da Glock no Brasil, que nos contou os planos da fábrica para o Brasil. 

Infelizmente nosso Brasil varonil só possui duas fábricas de armas de fogo, uma delas é a IMBEL. Fomos recebidos no estande da marca, onde pudemos conferir os lançamentos futuros da empresa, incluindo uma pistola em polímero DAO – somente Ação Dupla. Confira nos dois vídeos que fizemos. 

Encontramos muita coisa interessante na feira, inclusive este equipamento virtual de treinamento de tiro, que é um instrumento didático perfeito para as forças policiais treinarem seus agentes. 


Finalmente fomos ao estande da Caracal, que é uma fábrica de armas de fogo dos Emirados Árabes que pretende construir um pátio fabril em Anápolis – GO. 

A direita o CEO mundial da Caracal, Hamad Al Almere e esquerda o CEO brasileiro da Caracal, Paulo Humberto Barbosa.

Fizemos também várias transmissões ao vivo durante a LAAD, onde nossos seguidores puderam ver os corredores da feira e sentir um pouco do clima do local, onde muita coisa legal estava em exposição. O link a frente dá acesso a uma das transmissões ao vivo postadas em nossa Fanpage no Facebook.  

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=786811501474740&id=127820877373809

Mais uma vez, junto com minha esposa, Sargento Rhainna, administradora das mídias sociais do Batom Policial, trouxemos as novidades da maior feira de segurança e defesa da América Latina para nossos seguidores e assim tentaremos sempre fazer. Não recebemos nada mais valioso que o respeito e carinho de todos nossos seguidores.

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Muito obrigado a todos!

Major Bruno.

CALIBRES MENORES OU SUBCALIBRES

3 Comentários

Qual o melhor calibre para defesa? O que você tiver na mão, claro! Vale muito mais uma .22 na mão que um .44 Magnum trancado no cofre.

Mas, efetivamente, o que dizer dos calibres com menor transmissão de energia, como o próprio .22 LR, 6.35 mm ou o .32 ACP S&W Long?

Quando foram criados, estes calibres, chamados por alguns de “subcalibres”, foram adaptados para pequenas armas de porte, do tipo que um cavalheiro carregaria no bolso do paletó ou uma dama em sua bolsa. Naqueles tempos, a bandidagem era mais tranquila, o uso da violência era pouco disseminado e o acesso às armas menos restrito, permitindo que a pessoa tivesse mais de uma arma, podendo escolher uma pequena e mais fraca para ocasiões sociais, ou uma mais potente para o porte diário, que podia ser velado ou ostensivo.

O famoso Buffalo Bill, por exemplo, carregava sempre um revolver Colt Navy .36 para o porte ostensivo e um Colt .31 para porte velado, que equivalem atualmente ao .38 SPL e ao .32 S&W, respectivamente. 

Atualmente, graças as ríspidas restrições legais e com criminosos cada vez mais ousados e bem armados, é necessário usar o melhor calibre que o atirador puder adquirir e atirar com ele com controle e muita precisão, que no caso do Brasil é o calibre .38 SPL para os revólveres e o .380 ACP para as pistolas.

Pensando em calibres adequados para defesa pessoal, remetemo-nos a armas com recuo controlável e com transmissão de energia que possa cessar a agressão no menor tempo possível. Estas condições excluem calibres como .44 Magnum (no filme, Dirty Harry explica aos recrutas matadores que usa cargas mais leves para ter mais controle), 454 Casull, .50 AE e o .500 S&W Magnum, por exemplo. Mesmo o .357 Magnum, o .40 S&W e .45 ACP podem ser difíceis de controlar em armas menores, pois o recuo será muito forte, dificultando sobre maneira o reenquadramento da arma no segundo tiro. E de igual maneira não permitiria calibres como os citados no início desta publicação, já que o .22 LR, o 6.35 mm e o .32 S&W longo, não possuem energia suficiente para a incapacitação imediata pretendida.

No Brasil, diante da falta de opções e das restrições legais, o padrão fica entre os .380 ACP e 38S PL, consideradas por alguns especialistas como o calibre mínimo para defesa pessoal. O último, em suas variantes +P (mais pólvora), é mais interessante para defesa, pois é capaz de transmitir mais energia para o objeto atingido pelo projétil. Porém, tem contra si, a baixa capacidade dos revólveres. Neste caso, a escolha deve ser feita individualmente, considerando as particularidades de cada arma, do estilo de vida e dos usos que o proprietário pretende.

Essa eterna dúvida entre revólver e pistola já foi discutida em outra publicação muito explicativa, aqui mesmo em nosso Blog na publicação à frente: REVÓLVER OU PISTOLA 

Mas quanto aos pequenos calibres, pode-se usá-los? Se você já tem a arma, use-a, mas sabendo de antemão que não é a opção adequada,  ja esforçando-se para adquirir uma arma mais potente no futuro. Como a potência é baixa, não adianta tentar usar munição de ponta oca (expansiva), devendo-se focar principalmente na penetração e treinar muito para obter a maior precisão possível, tentando assim atingir áreas importantes no corpo de seu agressor.

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Autor: Equipe 1911 #derval 

Editor: Eduardo Bruno Alves 

PARA ONDE VÃO AS ARMAS DE FOGO APREENDIDAS NO BRASIL

5 Comentários

Com as novas discussões sobre o Estatuto do Desarmamento – Lei 10.826/2003, várias questões envolvendo as armas de fogo de nosso país vieram à baila novamente, como por exemplo se o cidadão tem direito de portar uma arma de fogo ou não. Mas essa questão polêmica não é nosso objetivo hoje, mesmo porque sou suspeito para debater esse tema, pois amante das armas de fogo como sou, é claro que acho que todo cidadão tem direito de se defender, inclusive usando uma arma de fogo se for preciso. O tema que iremos tratar nessa publicação é qual o fim das armas de fogo apreendidas no Brasil, pois poucos sabem o que acontece com essas armas.

A destruição de armas de fogo

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