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REVISÃO DA PISTOLA CZ P-07 CALIBRE .22 LR

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Tivemos acesso a pistola calibre .22 LR da CZ e então decidimos fazer uma série de vídeos para nosso canal no YouTube e mostrando as características, funcionamento, montagem e desmontagem de 1° escalão, além de um teste de tiro super exigente.

Ceska Zbrojovka ou apenas CZ (Fábrica de Armas Checa) é mundialmente famosa pela qualidade de suas armas, inclusive possui uma fábrica nos Estados Unidos da América onde é muito bem afamada. Infelizmente, em consequência do monopólio das armas de fogo que vigora em nosso país, os brasileiros sabem muito pouco ou nada dessa excelente fabricante de armas.

No primeiro vídeo sobre a pistola Kadet P-07 da CZ, falamos sobre a arma, suas características e manuseio.


Neste segundo vídeo, mostramos a desmontagem de primeiro escalão. 


Já no terceiro vídeo sobre a pistola calibre .22 LR Kadet P-07 da CZ, fizemos 500 disparos sucessivos e depois fizemos vários testes extremos, inclusive com água, terra e barro.

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CALIBRES MENORES OU SUBCALIBRES

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Qual o melhor calibre para defesa? O que você tiver na mão, claro! Vale muito mais uma .22 na mão que um .44 Magnum trancado no cofre.

Mas, efetivamente, o que dizer dos calibres com menor transmissão de energia, como o próprio .22 LR, 6.35 mm ou o .32 ACP S&W Long?

Quando foram criados, estes calibres, chamados por alguns de “subcalibres”, foram adaptados para pequenas armas de porte, do tipo que um cavalheiro carregaria no bolso do paletó ou uma dama em sua bolsa. Naqueles tempos, a bandidagem era mais tranquila, o uso da violência era pouco disseminado e o acesso às armas menos restrito, permitindo que a pessoa tivesse mais de uma arma, podendo escolher uma pequena e mais fraca para ocasiões sociais, ou uma mais potente para o porte diário, que podia ser velado ou ostensivo.

O famoso Buffalo Bill, por exemplo, carregava sempre um revolver Colt Navy .36 para o porte ostensivo e um Colt .31 para porte velado, que equivalem atualmente ao .38 SPL e ao .32 S&W, respectivamente. 

Atualmente, graças as ríspidas restrições legais e com criminosos cada vez mais ousados e bem armados, é necessário usar o melhor calibre que o atirador puder adquirir e atirar com ele com controle e muita precisão, que no caso do Brasil é o calibre .38 SPL para os revólveres e o .380 ACP para as pistolas.

Pensando em calibres adequados para defesa pessoal, remetemo-nos a armas com recuo controlável e com transmissão de energia que possa cessar a agressão no menor tempo possível. Estas condições excluem calibres como .44 Magnum (no filme, Dirty Harry explica aos recrutas matadores que usa cargas mais leves para ter mais controle), 454 Casull, .50 AE e o .500 S&W Magnum, por exemplo. Mesmo o .357 Magnum, o .40 S&W e .45 ACP podem ser difíceis de controlar em armas menores, pois o recuo será muito forte, dificultando sobre maneira o reenquadramento da arma no segundo tiro. E de igual maneira não permitiria calibres como os citados no início desta publicação, já que o .22 LR, o 6.35 mm e o .32 S&W longo, não possuem energia suficiente para a incapacitação imediata pretendida.

No Brasil, diante da falta de opções e das restrições legais, o padrão fica entre os .380 ACP e 38S PL, consideradas por alguns especialistas como o calibre mínimo para defesa pessoal. O último, em suas variantes +P (mais pólvora), é mais interessante para defesa, pois é capaz de transmitir mais energia para o objeto atingido pelo projétil. Porém, tem contra si, a baixa capacidade dos revólveres. Neste caso, a escolha deve ser feita individualmente, considerando as particularidades de cada arma, do estilo de vida e dos usos que o proprietário pretende.

Essa eterna dúvida entre revólver e pistola já foi discutida em outra publicação muito explicativa, aqui mesmo em nosso Blog na publicação à frente: REVÓLVER OU PISTOLA 

Mas quanto aos pequenos calibres, pode-se usá-los? Se você já tem a arma, use-a, mas sabendo de antemão que não é a opção adequada,  ja esforçando-se para adquirir uma arma mais potente no futuro. Como a potência é baixa, não adianta tentar usar munição de ponta oca (expansiva), devendo-se focar principalmente na penetração e treinar muito para obter a maior precisão possível, tentando assim atingir áreas importantes no corpo de seu agressor. 

Autor: Equipe 1911 #derval 

Editor: Eduardo Bruno Alves 

MPF INSTAURA INQUÉRITO CONTRA A POLÍCIA FEDERAL POR NEGAR PORTE DE ARMA

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Nesta semana o Ministério Público Federal em Goiás decidiu instaurar um Inquérito Civil Público “visando apurar ações ou omissões ilícitas da União por intermédio… do seu Departamento de Policial Federal “.

Isso se deu em decorrência das sucessivas e injustificadas negativas da Polícia Federal, frente aos inúmeros pedidos de porte de arma.
O cerco está se fechando e as ilegalidades e abusos serão apuradas e seguindo a própria linha de ação do DPF, as autorias serão identificadas e punidas.

Goiás saiu na frente, tentando buscar o cumprimento de um direito do cidadão que existe e que não está sendo observado, já que a lei 10.826/2003 fala de poder discricionário da autoridade policial, e na verdade o que acontece é o uso do arbítrio pessoal, já que a grande maioria dos pedidos de porte de arma protocolados no DPF são negados.

Veja abaixo o documento na integra, vale a pena ler, pois é uma aula de cidadania.

Tanto o monopólio das armas de fogo no Brasil, que é institucionalizado pelo Exército Brasileiro, quanto as negativas de pedido de porte de arma de fogo, feitos pelo Departamento de Policial Federal, não irão se sustentar por muito tempo. Investigações no Ministério Público Militar e agora no Ministério Público Federal estão em andamento e com certeza os erros serão sanados e cobrados. O porte de arma e a possibilidade de escolhermos entre várias marcas de armas de fogo é um direito do cidadão de bem brasileiro!

PORTE DE ARMA PARA O ATIRADOR DESPORTISTA 

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Há alguns dias uma novidade muito esperada, agraciou os atiradores esportistas do Brasil, que é o porte de arma para o atirador desportista.

Agora o atirador poderá portar uma arma curta de seu acervo carregada no trajeto de ida e vinda do estande de tiro, como bem salienta o General de Brigada Ivan Ferreira Neiva filho, que é o Diretor de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC).

Esta conquista é fruto de uma longa luta que tinha como objetivo dar segurança ao atirador, já que antes ele era obrigado a levar a sua arma descarregada e não alimentada, ou seja sem uso para uma situação de emergência.

Existem outras categorias de pessoas podem possuir armas tanto para colecionar ou para caçar e as três são conhecidas como CAC  (Caçador, Atirador, Coleccionador), porém, o porte de arma no trajeto para o estande de tiro foi concedido apenas para os atiradores desportistas.

SISTEMA “STRAIGHT PULL” – PUXADA RETA

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Straight pull ou “puxada reta”, em tradução literal, é um sistema de funcionamento de armas de fogo, especialmente das armas longas.

Consiste-se basicamente em um sistema de funcionamento por ferrolho, mas com o diferencial de funcionar com a execução de uma puxada reta e diferente do manuseio tradicional não é necessário levantar e puxar a alavanca do ferrolho, que é a ação mais comum e a primeira em que se pensa quando se fala em ação por ferrolho, sendo os Mauser e os Lee-Enfield os expoentes mais interessantes, mecanicamente falando.

Há uma tendência mundial em se resgatar está ação de ferollho e emprega-la em outros tipos de armas que não rifles de caça ou de tiro de precisão.

Tal fato se deve basicamente por dois motivos: 1) com as tecnologias atuais, a velocidade de acionamento do ferrolho de puxada reta é superior à dos ferrolhos convencionais, que tem uma puxada giratoria; 2) este tipo de sistema de ferrolho é uma saída prática às investidas desarmamentistas que vem acontecendo em diversos países, onde vários tipos de sistemas de funcionamento são proibidos ou restritos, como por exemplo as espingardas pump action (ação por bombeamento) e armas semiautomáticas.

Esses ataques desarmamentistas forçaram atiradores e fabricantes a utilizarem o sistema straight pull em armas como espingardas e rifles, que a princípio poderiam funcionar no sistema semiautomático ou com o acionamento tradicional do ferrolho.

O sistema straight pull é mais intrincado de produzir que o seu concorrente rotativo, razão pela qual aquele não é tão adotado, assim como determinados sistemas de funcionamento são um pouco mais delicados e suscetíveis às elementos externos, como sujeira, pó e umidade.

A POF-USA, fabricante de armas e peças norte americana, apresentou uma versão do AR-15 neste sistema, o que em teoria, tornaria possível a importação e uso dessa arma por atiradores e caçadores brasileiros. Tal já ocorre há algum tempo em países como Inglaterra e Austrália, e recentemente, no Estado da Califórnia, nos EUA, dentre outros que sofrem com o desarmamento naquele país, chamado de “gun ban”.

Os primeiros e mais famosos rifles de ação por ferrolho de puxada reta foram o Ross canadense, introduzido em 1903; o suiço Schmidt–Rubin, introduzido em 1889, e cuja variante K-31 é uma das mais apreciadas; e o austro-húngaro Mannlicher M1895.


Apesar de todos usarem o ferrolho de puxada reta, seus mecanimos não guardam relação de projeto entre si, embora possuam algumas pequenas semelhanças.
Na atualidade, além da POF-USA, outros fabricantes de armas modulares tem adotado o sistema, como por exemplo a Blaser, um fabricante alemão de rifles e espingardas finos; o fabricante Browning, que trouxe o seu Browning Maral; a Pardus, fabricante turca de espingardas que lançou a BA12, uma espingarda gauge 12. 

Não é possível no momento listar todos os fabricantes que produzem armas nesta ação, pois a cada dia mais e mais fabricas estão investindo em alternativas para vender em locais onde os direitos de posse e porte de arma não são desrespeitados.

Mais informações:

Schmidt-Rubin: http://www.thefirearmblog.com/blog/2013/08/28/swiss-k31-bolt/

Pardus BA12: https://www.facebook.com/pardusarms/videos/651739801697427/

Blaser: http://www.blaser-usa.com/index.php?id=190&L=1

Autor: Equipe 1911 #derval 

Editor: Eduardo Bruno Alves 

POCKET GUN – ARMAS DE BOLSO

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​Neste vídeo vamos falar sobre Pocket Gun, as famosas armas de bolso. Fizemos um comparativo entre algumas armas nacionais e importadas, como por exemplo a PT 740 e a PT 640. Aproveito para esclarecer que a pistola Colt usada não funcionou bem, por problemas da arma mesmo.

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SISTEMA ADC

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​Neste novo vídeo para o Youtube falamos sobre o sistema ADC (Armador Desarmador do Cão) das pistolas de Ação Simples, que é um sistema de dificil manuseio, porém, saber usá-lo é muito importante!

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