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ARMALITE, ONDE TUDO COMEÇOU!

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Fizemos um tour bélico de três meses pelos Estados Unidos da América e entre outros vários lugares que visitamos, fomos a fábrica da ArmaLite, que é o nascedouro da plataforma AR, umas das melhores, senão a melhor plataforma de fuzil do mundo! Sim, essa tão famosa plataforma de fuzil foi criada por essa empresa, a ArmaLite, onde tudo começou!

Este é o primeiro vídeo de uma série de três, onde entrevistamos o CEO da holding, composta por cinco empresas de produtos bélicos, dentre elas a ArmaLite. Ele é argentino, porém, brasileiro de coração.

O Logotipo das cinco empresas que compõem a SAC.

Gabriel Araújo, CEO da SAC.

Tivemos a oportunidade de atirar com as armas da ArmaLite e inclusive fizemos um curso, minha esposa, Sargento Rhainna e eu, no sol escaldante do deserto do Arizona, sob 49° C, mas esse é o tema de nossa terceira publicação.

Agora veja a entrevista exclusiva feita em Phoenix – Arizona e para atiçar a curiosidade de todos, adianto que a ArmaLite e todas as outras empresas da SAC são de propriedade de um brasileiro. 

Em breve publicaremos a segunda e a terceira parte desta série que trata desta mundialmente renomada fábrica de fuzis.

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Muito obrigado a todos!

Major Bruno.

1911 ARMAS DE FOGO NA LAAD 2017

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A LAAD é a maior feira de defesa e segurança da América Latina e acontece todos os anos no Rio Centro, que é um importante centro de convenções no Rio de Janeiro.

Expositores do mundo todo, das mais diversas indústrias que criam e comercializam produtos para segurança pública e privada e defesa interna e externa levam seus produtos para essa importante feira, que já tem o seu lugar no cenário mundial.

Comigo, minha esposa Sargento Rhainna e à direita a CEO da RUAG no Brasil, Maria Vasconcelos.

Aproveitamos essa diversidade de expositores e suas infinitas novidades para entrevistar alguns deles. Nesta publicação vamos postar os vídeos da LAAD 2017, começando pela RUAG, que é uma fábrica de munições Suíça, que está há mais de oito anos lutando contra o monopólio das armas e munições no Brasil, tentando fundar uma fábrica aqui em nosso país tupiniquim.

Dentre as várias fábricas de armas que estavam presentes na feira, algumas se destacam no cenário mundial, como por exemplo a renomada fábrica austríaca de pistolas, a Glock. Fomos recebidos pelo representante nacional da Glock no Brasil, que nos contou os planos da fábrica para o Brasil. 

Infelizmente nosso Brasil varonil só possui duas fábricas de armas de fogo, uma delas é a IMBEL. Fomos recebidos no estande da marca, onde pudemos conferir os lançamentos futuros da empresa, incluindo uma pistola em polímero DAO – somente Ação Dupla. Confira nos dois vídeos que fizemos. 

Encontramos muita coisa interessante na feira, inclusive este equipamento virtual de treinamento de tiro, que é um instrumento didático perfeito para as forças policiais treinarem seus agentes. 


Finalmente fomos ao estande da Caracal, que é uma fábrica de armas de fogo dos Emirados Árabes que pretende construir um pátio fabril em Anápolis – GO. 

A direita o CEO mundial da Caracal, Hamad Al Almere e esquerda o CEO brasileiro da Caracal, Paulo Humberto Barbosa.

Fizemos também várias transmissões ao vivo durante a LAAD, onde nossos seguidores puderam ver os corredores da feira e sentir um pouco do clima do local, onde muita coisa legal estava em exposição. O link a frente dá acesso a uma das transmissões ao vivo postadas em nossa Fanpage no Facebook.  

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=786811501474740&id=127820877373809

Mais uma vez, junto com minha esposa, Sargento Rhainna, administradora das mídias sociais do Batom Policial, trouxemos as novidades da maior feira de segurança e defesa da América Latina para nossos seguidores e assim tentaremos sempre fazer. Não recebemos nada mais valioso que o respeito e carinho de todos nossos seguidores.

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Major Bruno.

MUNIÇÃO É BALA OU NÃO É?

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A etimologia é a ciência que se encarrega de estudar a origem e história das palavras e para compreender se é correto ou não usar a palavra “bala” para se referir à uma munição, teremos que nos socorrer neste campo do saber.

Nomenclatura de uma munição ou bala.

Sempre que usamos a palavra bala para referir-nos às munições completas ou aos projeteis em si, surge algum polêmico exigindo que se use “munições” e não bala. No exército é comum ouvir a seguinte frase ao usarmos a palavra bala: “É bala? Então chupa até acabar!”. Pois bem, ambas as formas – munição ou bala – podem ser consideradas corretas.

Bala deriva do francês boulette, pequena bola usada como munição de canhões de pequeno porte. Do francês provém ainda balle, pequeno projétil único e sólido para ser usado em armas de fogo, de cano de alma lisa ou raiada, palavra usada ainda hoje, como em “balle Blondeau” (balote criado por Mess. Blondeau, em aço, no início dos anos 1960) ou “balle de carabine” (munição à bala para arma longa raiada), ou ainda, a Balle Sauvestre, também desenvolvida na França.

Bullas romanas escavadas em um sítio arqueológico 

O termo “boullette” acima mencionado, pode ter dado origem ao equivalente inglês “bullet”, havendo ainda a corruptela “boolit”, devido a alguns sotaques regionais americanos e que de forma geral se referem a balas fundidas de chumbo puro ou suas ligas (sem jaqueta de metal).

Buscando uma origem ainda mais antiga, na língua romana, “bulla” – do latim – era qualquer pequeno objeto arredondado de metal, tal como um botão, ou um projétil, geralmente de chumbo, arremessado com a funda, mesma arma usada por Davi para derrotar Golias.

Funda ou fundíbulo é uma arma de arremesso constituída por uma correia ou corda dobrada, em cujo centro é colocado o objeto que se deseja lançar.

Em italiano, o projétil é chamado de “palla” e em espanhol, “bala”. Em Portugal, também se diz bala. Portanto, nada mais natural do que chamar a munição completa ou os projéteis de “balas”.

Vale a pena lembrar que no vernáculo pátrio brasileiro a ciência que estuda o movimento dos projéteis das armas de fogo, se chama balística e o equipamento que os policiais vestem para protrege-los de disparos, se chama colete antibalístico.

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Editor: Eduardo Bruno Alves 

Autor: #derval

O QUE É “​MOLON LABE”?

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Muitos já devem ter ouvido essa frase, mas talvez não tenham entendido seu uso ou o que ela significa, já que por trás dela existe uma história incrível, que a tornou um ícone de resistência e determinação. MOLON LABE é uma frase muito usada entre os sobrevinvencialitas, que numa tradução livre seria mais ou menos “VEM BUSCAR”.

A frase teria sido dita como uma resposta desafiadora do rei espartano Leônidas I ao “rei-deus” Xerxes da Pérsia, quando este exigiu que os gregos depusessem suas armas e se rendessem logo no início da Batalha das Termópilas (480 a.C), durante as guerras persas. Em vez disso, os espartanos permaneceram nas Termópilas por três dias, lutando bravamente contra um exército de mais de 300 mil homens. Até o contingente espartano, que era de apenas 300 guerreiros, ser finalmente destruído, eles infligiram graves danos ao exército inimigo e principalmente atrasou o progresso dos persas até Atenas, dando tempo suficiente para a evacuação da cidade para a ilha de Salamina.

O filme 300 de Esparta retratou essa batalha histórica, numa visão que não foi bem aceita pelos iranianos, na época de seu lançamento, já que alguns disseram ser uma versão falsa e preconceituosa da verdadeira história. A região da antiga Pérsia é onde está o Irã atualmente. Se a carapuça serviu, fazer o que?!

Este vídeo mostra bem como foi empregada a frase Molon Labe. Veja.

Então meu amigo, quando alguém disser para você se entregar, responda MOLON LABE! Ou seja, “cai pra dentro”!

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Autor: Major Bruno. 

PISTOLA LUGER P08, O ÍCONE!

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A icônica pistola P08, projetada por Georg Luger, para a qual também criou o afamado calibre 9×19 mm Parabellum, em substituição ao original 7.65×21 mm Luger, teve suas raízes na pistola de Hugo Borchardt mod. 1893.

Ve-se claramente alguma semelhança de mecanismo entre elas, embora a Luger seja de linhas mais elegantes. O sistema de toggle action, no qual o ferrolho desliza para traz em um movimento de “joelho”, dobrando sobre um eixo, não era muito robusto ou confiável: a variação de energia da munição poderia causar panes, além de a sujidade acumulada impedir a movimentação, fato que é agravado pela inexistência de qualquer tipo de cobertura, como “guarda pó” e pelas pequenas tolerâncias do mecanismo, normalmente muito justo, onde a mínima sujeira produzia efeitos indesejados

Foto de uma P08 de um CAC daqui de Goiânia.

Além disso, sua produção exigia muitas peças pequenas e molas, que deviam ser todas produzidas com muito cuidado, o que certamente não condiz com o ambiente de linha de produção. Até hoje a Luger é considerada uma das armas mais belas e interessantes, embora não seja a arma militar “ideal”.

Tivemos a oportunidade de realizar alguns disparos numa P 08 calibre 7.65 mm Luger, que atualmente é uma munição difícil de se encontrar. Infelizmente, mesmo após uma limpeza caprichada, a pistola não funcionou bem. Mas o oportunidade entrou para o rol de experiência válidas, já que esta pistola é um clássico! Veja o vídeo.

A Luger possui também um kit de redução para o calibre 22. Foram feitos tanto para uma versão do .22 LR de fogo central, como para o .22 LR normal de fogo circular.

Como se vê, eram necessárias a substituição de várias peças pelas do kit para se conseguir atirar com o calibre .22.

Para finalizar o breve relato sobre essa arma histórica, trazemos uma visão explodida da P08.

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Editor: Eduardo Bruno Alves 

Autor: #derval

REVISÃO DA PISTOLA CZ P-07 CALIBRE .22 LR

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Tivemos acesso a pistola calibre .22 LR da CZ e então decidimos fazer uma série de vídeos para nosso canal no YouTube e mostrando as características, funcionamento, montagem e desmontagem de 1° escalão, além de um teste de tiro super exigente.

Ceska Zbrojovka ou apenas CZ (Fábrica de Armas Checa) é mundialmente famosa pela qualidade de suas armas, inclusive possui uma fábrica nos Estados Unidos da América onde é muito bem afamada. Infelizmente, em consequência do monopólio das armas de fogo que vigora em nosso país, os brasileiros sabem muito pouco ou nada dessa excelente fabricante de armas.

No primeiro vídeo sobre a pistola Kadet P-07 da CZ, falamos sobre a arma, suas características e manuseio.


Neste segundo vídeo, mostramos a desmontagem de primeiro escalão. 


Já no terceiro vídeo sobre a pistola calibre .22 LR Kadet P-07 da CZ, fizemos 500 disparos sucessivos e depois fizemos vários testes extremos, inclusive com água, terra e barro.

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CALIBRES MENORES OU SUBCALIBRES

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Qual o melhor calibre para defesa? O que você tiver na mão, claro! Vale muito mais uma .22 na mão que um .44 Magnum trancado no cofre.

Mas, efetivamente, o que dizer dos calibres com menor transmissão de energia, como o próprio .22 LR, 6.35 mm ou o .32 ACP S&W Long?

Quando foram criados, estes calibres, chamados por alguns de “subcalibres”, foram adaptados para pequenas armas de porte, do tipo que um cavalheiro carregaria no bolso do paletó ou uma dama em sua bolsa. Naqueles tempos, a bandidagem era mais tranquila, o uso da violência era pouco disseminado e o acesso às armas menos restrito, permitindo que a pessoa tivesse mais de uma arma, podendo escolher uma pequena e mais fraca para ocasiões sociais, ou uma mais potente para o porte diário, que podia ser velado ou ostensivo.

O famoso Buffalo Bill, por exemplo, carregava sempre um revolver Colt Navy .36 para o porte ostensivo e um Colt .31 para porte velado, que equivalem atualmente ao .38 SPL e ao .32 S&W, respectivamente. 

Atualmente, graças as ríspidas restrições legais e com criminosos cada vez mais ousados e bem armados, é necessário usar o melhor calibre que o atirador puder adquirir e atirar com ele com controle e muita precisão, que no caso do Brasil é o calibre .38 SPL para os revólveres e o .380 ACP para as pistolas.

Pensando em calibres adequados para defesa pessoal, remetemo-nos a armas com recuo controlável e com transmissão de energia que possa cessar a agressão no menor tempo possível. Estas condições excluem calibres como .44 Magnum (no filme, Dirty Harry explica aos recrutas matadores que usa cargas mais leves para ter mais controle), 454 Casull, .50 AE e o .500 S&W Magnum, por exemplo. Mesmo o .357 Magnum, o .40 S&W e .45 ACP podem ser difíceis de controlar em armas menores, pois o recuo será muito forte, dificultando sobre maneira o reenquadramento da arma no segundo tiro. E de igual maneira não permitiria calibres como os citados no início desta publicação, já que o .22 LR, o 6.35 mm e o .32 S&W longo, não possuem energia suficiente para a incapacitação imediata pretendida.

No Brasil, diante da falta de opções e das restrições legais, o padrão fica entre os .380 ACP e 38S PL, consideradas por alguns especialistas como o calibre mínimo para defesa pessoal. O último, em suas variantes +P (mais pólvora), é mais interessante para defesa, pois é capaz de transmitir mais energia para o objeto atingido pelo projétil. Porém, tem contra si, a baixa capacidade dos revólveres. Neste caso, a escolha deve ser feita individualmente, considerando as particularidades de cada arma, do estilo de vida e dos usos que o proprietário pretende.

Essa eterna dúvida entre revólver e pistola já foi discutida em outra publicação muito explicativa, aqui mesmo em nosso Blog na publicação à frente: REVÓLVER OU PISTOLA 

Mas quanto aos pequenos calibres, pode-se usá-los? Se você já tem a arma, use-a, mas sabendo de antemão que não é a opção adequada,  ja esforçando-se para adquirir uma arma mais potente no futuro. Como a potência é baixa, não adianta tentar usar munição de ponta oca (expansiva), devendo-se focar principalmente na penetração e treinar muito para obter a maior precisão possível, tentando assim atingir áreas importantes no corpo de seu agressor.

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Autor: Equipe 1911 #derval 

Editor: Eduardo Bruno Alves 

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