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PROBLEMAS COM A PT638

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A PT638 tem o chassi em polímero, sistema de disparo com percursor lançado modificado, trava de segurança ambidestra e trilho para o ajuste de acessórios. Ela calça o calibre .380ACP (15+1) e é um modelo bem compacto, ótimo para o porte velado. Só para constar, a sigla PT, que vem antes dos nomes das pistolas Taurus, significa Pistolas Taurus, a sigla RT – Revolver Taurus, CT – Carabina Taurus e segue relação. Assim, quando escrevemos PT638 já identificamos de plano o fabricante, o tipo de arma e o modelo da pistola.

Vários amigos e seguidores nos perguntam se sabemos relatos de problemas com o PT638 e o que sempre dizia é que: sei apenas sobre problemas no gatilho dessa arma. Temos inclusive uma foto em nossa página no Facebook – 1911 ARMAS DE FOGO FACEBOOK – que mostra uma dessas armas com uma borracha na trava do gatilho, pois essa trava estava emperrando a arma. A solução que o proprietário encontrou foi colocar uma borracha para desligar a trava.

638

Ocorre que essa trava do gatilho é usada nas famosas pistolas Glock, porém, não é uma criação deles. Mas nas Glock’s essa trava de gatilho funciona perfeitamente, já nas pistolas Taurus, essas travas estão impedindo que a arma funcione normalmente, pois, ela não deixa que o gatilho se mova, por isso a borracha no gatilho da arma, para impedir que a trava “trave” o gatilho. Coloquei a palavra trave entre aspas, pois, a função desta trava é impedir que a arma dispare por acidente e não impedir que ele dispare quando você pressiona o gatilho.

há a algum tempo um de nossos seguidores nos enviou esse vídeo onde atiradores desportistas mostram um grave problema nesse modelo de pistola da Taurus, onde mostra que ela está disparando mesmo com a trava de segurança acionada. Isso mesmo!!
Vejamos o primeiro vídeo:

Alguns insistem em dizer que isso é um problema pontual ou um caso isolado, mas as vítimas da Taurus estão espalhadas por todo Brasil e as suas armas estão apresentando problemas em todos os cantos, inclusive nos EUA, onde a Taurus está pagando uma indenização de 39 milhões de dólares!! Veja a matéria: TAURUS FAZ ACORDO DE 39 MILHÕES DE DÓLARES POR CAUSA DE PISTOLAS COM DEFEITO NOS EUA!!
Quem tentou comprar uma arma importada por esses dias viu que elas sumiram do mercado. O motivo é que a CBC – que é a dona da Taurus – fez um lobby fortíssimo impedindo que elas entrem no país.

Naquela vídeo, os atiradores demostraram o problema da pistola a seco, neste outro vídeo eles demonstram a grave falha com munição real!!!

Considero que, como policial que sou e principalmente como professor de tiro, tenho a obrigação de mostrar a todos que trabalham ou gostam de armas de fogo os problemas que as armas da Taurus vêm apresentando.
Muitos não acreditam nesses problemas, pois a arma pessoal que ele tem – que uma Taurus – não apresentou o defeito mostrado nos vídeos, mas as vítimas da Taurus estão espalhadas por todo Brasil e as suas armas estão apresentando problemas em vários locais do país!
Se você ainda acha que é uma boa escolha ter ou comprar uma pistola da Taurus, isso é opção sua.
O pior cego é aquele que não quer ver!!!

taurus perigo

REVÓLVER OU PISTOLA. QUAL É O MELHOR?

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Esta é uma pergunta antiga e muito polêmica, já envolve muita paixão – pois é isso que o revólver significa!!! Quem não esbugalha os olhos quando vê um grande e imponente revólver? E também envolve desconfiança, que é o que muitos ainda tem em relação às pistolas, principalmente aqueles que não tem intimidade com essa tipo de arma de fogo.

A verdade é que hoje as duas armas coexistem e tem seus adeptos, que movidos pela paixão, ou pela razão fazem sua escolha e a defende com veemência. Por isso esclareço logo no inicio deste artigo que as palavras que seguem à frente são as minhas considerações sobre o tema, nada mais do que isso.

revolver e pistola 2

Por exemplo, temos aqui nessa foto uma pistola Desert Eagle da IWI (Industria Israelense de Armas), no calibre .50AE (Action Express) e um revolver G500 da Smith & Wesson, que calça o calibre .500 S&W Magnum. São dois canhões  desejados pela grande maioria dos atiradores e admiradores de armas de fogo do mundo todo!!!

Mas esses dois calibres não servem para o uso policial ou para a defesa pessoal por causa do grande recuo que eles geram e também pelo exagerado tamanho. O tempo de reenquadramento da arma após um disparo é muito longo, de forma que enquanto você faz um disparo, seu oponente, armado de .380 ACP, faz três ou quatro. Claro que se você conseguir acertar seu oponente ele vai morrer umas três vezes!!

Uma curiosidade desses calibres é que eles são – teoricamente – iguais, só que um é uma versão para pistolas e o outro para revolveres. Se você quiser saber tudo sobre o .500 S&W MAGNUM – O CALIBRE DE MÃO MAIS PODEROSO DE TODOS, é só clicar aí. Essa é uma de nossas melhores publicações!

Já que o tema é bastante polêmico, para diminuir o alcance de nossa despretensiosa discussão, vamos nos ater a controvérsia REVOLVER X PISTOLA, apenas para o emprego policial e para a defesa pessoal.

Esse vídeo mostra um teste balístico que começa com uma 9mm, passa pelo Casull 454 e termina no G500.

Vamos iniciar os debates sobre o tema, para mais à frente chegarmos à conclusão se é o revolver ou a pistola a melhor arma para a defesa pessoal e para as forças policiais, para isso vamos primeiro entender como funcionam as duas armas de fogo em comento.

A primeira pistola semiautomática a ser fabricada foi a Mauser C-96, no já extinto calibre 7,63mm Mauser e surgiu na Alemanha em 1896, local onde foi fabricada também, em 1900, a famosa Luger P-08, calçando o calibre 7,65mm Parabellum e a partir dessas duas pistolas várias outras armas semiautomáticas foram fabricadas. A palavra pistola recebeu influência do nome da cidade onde esse tipo de arma foi criado, a cidade de Pistoia, que era um grande centro de armeiros da Itália.

Pistola Mauser C-96.

Pistola Mauser C-96.

Nesse vídeo mostro os disparos que eu fiz com uma pistola Luger P08, que infelizmente não estava funcionando bem. Ela efetuava um disparo e não ciclava, assim não foi possível fazer disparos em série. Ela tem um manuseio um pouco complicado. O golpe de segurança é muito difícil de se fazer, pois a alavanca onde se puxa não é das mais ergonômicas e o seu recuo é considerável se lembrarmos que o calibre é um 7,65 Parabellum. Foi uma sensação muita boa saber que estava atirando com um dos primeiros modelos de pistola do mundo.

A princípio a pistola parece ser um mecanismo complexo, principalmente se comparado a um revolver, mas descobre-se que isso não é verdade após se conhecer um pouco de seu funcionamento. O atirador ao acionar o gatilho, movimenta o martelo ou cão, que bate no percursor da arma, que por sua vez bate na espoleta do cartucho, que está na câmara, causando a queima da pólvora e a produção de gases, esses não tem por onde escaparem e então empurram o projétil para frente, forçando-o no cano da arma entre as raias. Parte dos gases produzidos, cerca de 1/3 e usada para empurrar o ferrolho da pistola para a retaguarda, ejetando o cartucho deflagrado que estava na câmara e graças a força de uma mola, o ferrolho e obrigado a voltar a frente e nessa volta ele colhe uma munição que está no carregador, encaixando-a na câmara da arma e deixando o mecanismo do gatilho já armado e pronto para o próximo disparo.

Esse vídeo mostra com muita clareza o funcionamento de uma pistola.

Chamamos esse processo do disparo de “ciclo”, uma pistola faz um ciclo a cada disparo. Assim ela dispara, extrai, ejeta, apresenta um novo cartucho e o coloca na câmara de deflagração a cada acionamento do gatilho. Claro que estamos falando aqui de pistolas semiautomáticas, pois as armas automáticas fazem ciclos contínuos enquanto o gatilho estiver sendo pressionado, o que não acontece com as armas semiautomáticas, que é necessário soltar e apertar o gatilho novamente para cada ciclo ou disparo.

As pistolas geralmente usam carregadores tipo cofre, onde as munições são colocadas previamente e depois esses carregadores são inseridos na arma. Um carregador pode ter quantidades de cartuchos variadas, como por exemplo os carregadores tipo tambor (cofre discoide), que podem acondicionar até cem cartuchos. Esse tipo de carregador é encontrado com facilidade – fora do Brasil – paras as pistolas da Glock. Clica ai que você poderá ver como é o funcionamento desse tipo de carregador GLOCK – A PISTOLA POLICIAL.

Já em relação ao revólver podemos dizer que ele é uma arma curta de tiro unitário, que possui um cano e um tambor com várias câmaras de combustão, que giram de acordo com o acionamento do gatilho. Seu nome que dizer “revolução”, pois seu tambor vai girando e alinhando uma munição nova ao cano cada vez que o gatilho é premido.

Esse vídeo abaixo demonstra como é o funcionamento de um revólver.

O primeiro revólver de seis tiros a ser fabricado foi o Colt 45, desenvolvido em 1835, por Samuel Colt e desde essa data ele vem marcando presença em várias guerras e foi usado por várias forças militares e policiais mundo a fora, porém, a sua capacidade de evolução já está se esgotando.

Caso você queira saber tudo sobre o revólver, temos outra publicação que trata muito bem do assunto, REVOLVER A ETERNA “FERRAMENTA”, é só clicar ai.

Colt calibre .45 Single Action (Ação Simples)

Colt calibre .45 Single Action (Ação Simples)

Diferente das pistolas que funcionam através da energia dos gases gerada pela queima da pólvora, o revólver funciona em decorrência da força muscular feita no gatilho pelo atirador, que faz o tambor girar e também move o martelo (cão) a retaguarda, em decorrência disso o gatilho do revolver é bem mais longo e pesado que os gatilhos das pistolas, principalmente se a pistola funcionar em Ação Simples.

Esse vídeo mostra bem como funcionavam os revólveres de seis tiros da Colt.

Um detalhe que deve ser destacado quanto ao aproveitamento dos gases dos revólveres é que eles perdem uma quantidade significante na fenda entre o tambor e o cano. Essa fenda é chamada de Gap, e os revolveres mais bem acabados tem esse Gap bem pequeno, ou seja, o tambor é muito próximo do cano, para que a perca de gazes seja a menor possível, assim o projétil não perde energia. O padrão de tolerância nessa folga é de .006 de polegada, com uma variação de .003 para maior ou menor.

gap

Não há como negar que os revólveres evoluíram muito desde a sua criação, mas na atualidade pode-se dizer que eles chegaram no limite de sua evolução. Novos materiais como o titânio já estão sendo usados, sistemas de segurança novos e mais efetivos são empregados, mas daqui para frente pouco se pode esperar no que diz respeito a uma grande novidade para os revólveres.

Agora que já sabemos um pouco da história das duas armas e também seu funcionamento, podemos estudar quais as vantagens e desvantagens delas, comparando-as em alguns quesitos:

– Capacidade de tiros: enquanto o tambor de um revólver carrega normalmente seis cartuchos, uma pistola tem carregadores com capacidade média de 16 munições e no prazo em que um atirador de revolver gasta para fazer uma recarga de seis novos cartuchos, um atirador com pistola consegue fazer até duas recargas com outros carregadores com capacidade de 16 novos cartuchos. Isto é, enquanto se faz a recarga com seis cartuchos num revólver, numa pistola faríamos a recarga de 32 novos cartuchos.

Lembro ainda que no ato de recarregar uma pistola, caso os cartuchos não tenham acabado, sempre haverá uma munição na câmara, e isso não deixará o operador sem munição para uma eventualidade. Essa é a chamada recarga tática, muito usada no IPSC e que agiliza muito a recarga da pistola, que já é por sua natureza muito mais rápida que a do revolver.
jet loader modificado

Existem os Jet Loaders para agilizar a recarga dos revólveres, mas só quem já usou um desses que sabe como é. Eles são difíceis de se acoplar aos tambores do revólver e no Brasil não conseguimos modelos de boa qualidade. Além do mais eles são desconfortáveis para se portar, são como os tambores dos revólveres, largos e assim são difíceis de se dissimular e para se ter uma capacidade boa de disparos você teria que levar no mínimo dois Jet Loaders e isso vai ocupar muito espaço em sua cintura. Essas observações servem também para o porte no serviço operacional policial. Você consegue levar dois carregadores de quinze munições cada um com muito mais conforto e com menos espaço que dois Jets com seis munições cada um.

revolver Ruger_GP100_.357_Stainless– Manejo: o revólver com certeza é muito mais simples e fácil de se manejar que uma pistola, de maneira que ao ministrarmos aulas de tiro com novos alunos, devemos preferencialmente começar com revólveres para depois partimos para o uso de pistolas. As panes no revólver são sanadas de maneira bem mais simples. Já a pistola possui cerca de sete panes – dependendo da doutrina de treinamento a ser usada – e cada pane tem um resolução específica e algumas delas são bem complicadas, como a pande de carregamento duplo.

O revólver não possui apenas a trava do tambor – dedal serrilhado – e nenhuma outra trava, já a pistola, dependendo do modelo, possui várias e quem não as conhece não consegue fazer nem um disparo sequer, como por exemplo, uma pistola da IMBEL com o sistema ADC – Armador Desarmador do Cão.

As pistolas podem ser facilmente adaptadas para os canhotos, o que não é possível para os revólveres. Inclusive alguns modelos de pistolas já vem de fábrica totalmente ambidestro. O centro de gravidade da pistola é mais equilibrado, pois ela fica mais dentro da mão.

– Versatilidade: inegavelmente um revólver é muito mais tolerante do que uma pistola, quando falamos de munições. Podemos variar o fator e a energia de um cartucho de diversas maneiras que o revólver irá funcionar da mesma forma, o que não podemos fazer com uma pistola, pois as variações de energia fariam ela explodir ou não ciclar por falta de energia. Os calibres mais fortes sempre aparecem nos revólveres, como o G500 S&W Magnum, que é o mais poderoso atualmente. Claro que temos pistolas com grandes calibres, como a Desert Eagle .50 AE, ou a Coonan no .357 Magnum, mas não se comparam aos calibres encontrados nos revólveres. Aqui mesmo no Brasil, dentro das armas autorizadas para o cidadão, temos como o limite máximo o revólver .38 SPL e a pistola .380 ACP e o .38 é bem mais forte que o .380.

Pistola Coonan .357 Magnum

Pistola Coonan .357 Magnum

– Confiabilidade: o revólver dá ao seu operador a sensação maior de confiança em consequência de seu mecanismo mais simples. Caso haja a ocorrência de uma pane em um revólver, por exemplo a pane de nega, bastará o atirador apenas pressionar o gatilho novamente. No caso de uma pistola é bem mais complicado o saneamento de panes e assim, exige-se do operador mais treinamento para o manuseio e o tempo gasto para a resolução da pane é maior. No momento de um confronto esses segundos podem representar a vida ou a morte. Porém, vale ressaltar que as panes ocorridas nas pistolas são em sua grande maioria ocasionadas por causa de munição de má qualidade. Assim, usando-se munições novas é muito difícil a ocorrência de mal funcionamento.

A pistola possui apenas um grande orifício, o do cano, e o revólver vários. Isso aumenta a possibilidade de que um objeto estranho e indesejado entre em um desses orifícios, como lama ou sujeira. Finalmente digo que a confiabilidade é na verdade uma questão de treinamento e de manutenção, que são fatores subjetivos, isto é, depende somente do atirador.

– Segurança: o quesito segurança depende muito mais do fator humano do que da própria arma. Mesmo que se façam armas “anti-burro”, o operador mal instruído poderá causar um acidente, mesmo que a arma possua toda espécie de travas. Claro que o fato das pistolas possuírem várias travas e mecanismos de segurança, deixa claro que elas estão mais propensas a acidentes. Os revólveres modernos possuem apenas o bloqueador do cão, para evitar disparos acidentais ocorridos por queda. O excesso de segurança das pistolas pode ser muito prejudicial para a velocidade do primeiro disparos, principalmente se pensarmos nas pistolas em Ação Simples. Nestas armas temos que destravar o registro de segurança ou acionar o ADC, se for uma IMBEL com esse sistema. Os revólveres basta sacar e atirar, nada de travas ou sistemas antes do disparo.

Nas pistolas a munição é colocada em carregadores que ficam logo abaixo do cano e a trajetória que a munição tem que fazer para encaixar na câmara é curva, que pode ser acentuada ou agravada se usarmos munições diferentes das que foram projetadas para o uso específico naquela arma. Já no revólver as munições estão no mesmo sentido do cano e já estão nas câmaras, bem assentadas e acomodadas.

– Precisão: o revólver possui suas câmaras de combustão no tambor. Cada orifício do tambor é uma câmara e para cada disparo a câmara deve se alinhar ao cano para que o projétil possa seguir seu percurso. E como já apontado, entre o tambor e câmara temos o Gap, que deixa que os gases que impulsionam o projétil escapem. Já a pistola tem a sua câmara de combustão usinada ao cano, assim não há perda de gases, isso dá a pistola mais precisão.

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– Tamanho: o revólver, por causa de seu tambor, tem dimensões muito grandes em comparação com as pistolas. Para o uso velado as pistolas tem vantagem. Mesmo os revólveres de duas polegadas são consideravelmente largos. Existem no mercado hoje pistolas no calibre .40 S&W bem compactas, como a PT 740 da Taurus.

PT 740 Taurus

PT 740 Taurus

Temos ainda as pistolas super compactas, chamada de Pocket Guns, ou armas de bolso. Nessa foto temos três pistolas calibre .380 ACP, com capacidade de 6+1 e são realmente super dissimuláveis! Geralmente as Pocket Guns são DAO (Ação Dupla Somente), por isso seus gatilhos são pesados e longos. Dessas três armas abaixo o pior gatilho é o da S&W e o melhor é o da Glock, que conservou seu sistema Safe Action, mesmo nesse seu modelo que é o menor de sua linha.

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De cima para baixo: PT 738 Taurus, S&W Bodyguard e Glock G42.

Nesta foto vemos dois modelos armas de bolso, uma pistola e um revólver. Note que eles possuem praticamente o mesmo tamanho, mas a empunhadura e o cano do revólver o faz maior, dificultando assim o seu porte velado.

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Aqui temos o que há de mais moderno para o porte velado em um revólver. Arma sem cão, pois ele se agarra a roupa na hora do saque. Cano de duas polegadas e estrutura de titânio no calibre .357 Magnum. Se o primeiro disparo acertar com certeza não precisará de um Double Tap (Tiro Duplo).

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– Peso do gatilho: a maioria das pistolas em nosso país são de Ação Dupla/Simples – primeiro disparo em Ação Dupla e os outros em Ação Simples. Já os revólveres seu funcionamento acontece também em Ação Dupla – se o atirador pressionar somente o gatilho. E também em Ação Simples se o atirador armar o cão com a mão. No caso do tiro policial ou de defesa, o primeiro disparo sempre ele será em Ação Dupla, pois não há tempo para acionar o cão com a mão, para depois atirar. Assim, o revólver possui o gatilho muito mais pesado que os gatilhos das pistolas e se pensarmos em pistolas de Ação Simples somente, ai que a diferença se acentua, vez que esse tipo de pistola possui gatilho bem mais leves e com o curso bem menor que o de um revólver.

– Manutenção: A pistola possui muito menos peças que um revólver e sua desmontagem e montagem é muito mais simples, a maioria das pistolas não necessita nenhuma espécie de ferramenta para esse processo. Mas para a limpeza normal de um revólver, aquela feita para a manutenção periódica, não se faz necessário desmontá-lo, apenas limpa-lo.

Porém, as pistolas possuem várias molas e uma peça muito importante, mas, muito frágil, o carregador. Se o carregador estiver com sua mola cansada – sem força para impulsionar a munição para cima – com certeza ocorrerá uma pane e arma não funcionará e não há solução para essa pane, a não ser a troca da mola ou do carregador. Diferente do revólver, que possui mecanismo bem mais simples, a pistola necessita obrigatoriamente de manutenção periódica e bem feita. Costumo dizer que sujeira e pistola não combinam, principalmente se for uma pistola da Taurus. As pistolas da IMBEL, que são modelo 1911, são bem mais tolerantes a sujidade e bem mais rusticas, aliás essa é uma das características marcantes dessa marca.

Um problema comum em todos os revólveres é o desenroscamento da haste do extrator, que impede que o tambor se abra e assim inutilizado momentaneamente a arma. Outro fato que pode acontecer é um ou mais dos cartuchos deflagrados ficarem presos nessa mesma haste – na estrela do tambor -, caso a extração seja feita com o cano do revólver voltado para baixo ou sem a devida força.

– Recuo: o recuo é o movimento que a arma de fogo faz para trás, em resposta à energia gerada pela queima dos gases que impulsiona os projétil a frente . Os revólveres possuem o recuo bem mais forte que o recuo de uma pistola. Isso por causa da posição de seu cano, que fica muito acima da empunhadura do atirador. As pistolas tem o cano mais baixo e alinhado à empunhadura e também por causa do desvio dos gases provenientes da queima do propelente, conduzidos para fazer a arma de fogo ciclar e finalmente as pistolas tem um recuo menor por causa de sua mola recuperadora, que ajuda a absorver a energia que empurra a arma para trás.

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Recuo do revólver G500 S&W Magnum.

Exite uma marca de revólveres chamada de Rhino que posiciona o cano de seus revólveres alinhado a câmara inferior do tambor e dessa forma o cano fica mais alinhado ao punho o que resulta num controle melhor do recuo da arma, mas esses revólveres não são de fácil acesso e são caros em consequência de seu acabamento e de seu projeto incomum. Vejam que ele realmente tem um designer totalmente futurista.

rhino

Então, assim podemos concluir que o revólver passa mais confiança para seu operador, que ele é maior e mais versátil que a pistola e ainda que possui o manejo mais fácil; além do que o revólver é menos preciso, tem o gatilho mais pesado e o recuo mais forte, porém, ele perde em um quesito extremamente importante para as pistolas quando pensamos em seu uso para a atividade policial ou defesa pessoal, a baixa capacidade de cartuchos e a demora para se realizar a recarga.

A pistola por sua vez transmite menos confiança para ao operador e é de manejo mais complicado que um revólver, sendo ainda menos versátil. Porém, tem tamanho menor que o de um revólver, possui recuo mais suave, é mais precisa e tem o gatilho é mais leve e com o curso menor, o que resulta em um primeiro disparo mais assertivo. E sua grande vantagem sobre o revólver é a capacidade de cartucho de seus carregadores e a facilidade em se realizar a recarga.

As desvantagens apontadas da pistola em relação ao revólver, são facilmente resolúveis se usarmos sempre munições novas e mantendo as armas sempre limpas e manutenidas. Quanto a confiança que o operador tem nas pistolas, esse quesito é garantido através do treinamento constante.

Revolver G500 e pistola P22 da Walther, com supressor.

Revólver G500 e pistola P22 da Walther, com supressor.

Mas depois de tudo isso exposto, acho que ficou ainda mais difícil saber qual das duas armas é a melhor escolha. Para chegarmos a uma conclusão mais clara vamos observar os seguimentos profissionais que usam a arma de fogo como ferramenta de trabalho, como os militares e os policiais.

Os militares tem como arma principal a arma longa, geralmente os fuzis. As armas curtas não são destinadas a todos os militares, sendo que apenas sargentos e oficiais as portam. Mas é senso comum entre a esmagadora maioria dos exércitos mundiais a adoção da pistola como a segunda arma. A manutenção rígida que é ensinada e cobrada nas casernas e sempre o uso de munições novas, faz que a possibilidade de panes seja a mínima possível. E em uma guerra existe a possibilidade e a necessidade de se disparar por horas seguidas e grandes quantidades de munições, o que seria muito exaustivo se feito com um revólver, por isso a pistola tomou o espaço entre os militares.

No meio policial e para a defesa pessoal a história é outra. Não existem combates longos ou com o uso de grande quantidade de munições. Segundo a Revista Magnum, uma pesquisa feita pelo FBI, nos EUA, prova que os enfrentamentos urbanos, sejam eles policiais ou não, se resolvem em no máximo três disparos, desta forma, eles concluíram que o revólver é a melhor decisão para a atividade policial, bem como para a defesa pessoal.

Porém, essa publicação que trata desse tema data de 1989, e isso já faz algum tempo. Segundo a Magnum o que você não conseguir resolver com 18 munições – seis munições no revólver mais dois jets loaders – não resolveria com uma pistola e a decisão mais sensata seria abrigar-se. De forma alguma estou criticando a Revista Magnum, que é um baluarte nacional quando se trata de armas de fogo. O que vou fazer é apenas contextualizar o que eles afirmaram.

Atualmente a criminalidade brasileira – não a americana – mudou o modo de agir. Hoje eles estão armados com armas semiautomáticas e as vezes até automáticas e raríssimas vezes estão sozinhos. Situações como essas exigem uma quantidade maior de munição e uma velocidade mais rápida na recarga. E isso só se consegue com uma pistola.

Então vai uma dica para você policial que está com sua pistola na cintura na sua folga ou para você que é um privilegiado e tem a oportunidade impar de ter um porte de arma e assim usar a sua arma de fogo para fazer sua defesa pessoal. Quando estiver na rua, leve sempre um carregador reserva, pois só as munições que estão na sua pistola não são suficientes para um confronto. E não coloque seu carregador sobressalente no bolso da calça ou em uma mochila, use um porta carregador e tenha certeza que os dois, a pistola e o carregador sobressalente, estão totalmente imperceptíveis!

MInha IMBEL MD5 calibre .40 S&W e meu revolver ROSSI .357 Magnum.

Minha IMBEL MD5 calibre .40 S&W e meu revólver ROSSI .357 Magnum.

Assim, após tantos pontos positivos e negativos expostos sobre as duas armas, o que posso fazer é expressar a minha opinião pessoal. Considerando a grande capacidade de tiro que a pistola oferece, a rapidez na recarga, o primeiro disparo mais fácil e preciso, o tiro mais suave e por seu tamanho mais compacto, considero que a pistola sem sombra de dúvida, se mostra a melhor arma para a atividade policial e para a defesa pessoal. Confesso finalmente que tenho uma pistola e um revólver!

Claro que esse artigo não é a verdade final sobre esse tema. Ele expressa a minha opinião e vários irão descordar, mas muitos irão concordar também!! O importante é a troca de informações e o debate sadio.

Se você achou válido nossos apontamentos, dê sua opinião e compartilhe com os irmão de armas.

TKS DOBRADO!!!!

FONTES:

  • MACHADO, Mauricio Corrêa Pimentel. Coleção Armamento. Armas, Munições e Equipamentos Policiais. Gráfica Tuicial. [2010].
  • PIMENTEL, Roberto de Barros. Dicionário de termos técnicos da área de armas e munições. Primeira ed. São Paulo: Abril, 1995.
  • REVISTA MAGNUM. Revolver ou pistola. São Paulo: Ed. Magnum, ed. 16, ano 3, jul/ago, 1989.
  • WSNIPER, Wallace. O fascinante mudo das armas de fogo. Histórias e técnicas de tiro. 3. ed. 2014. Disponível em PDF e-book. 330 p. Acesso em: 02 abril 2015.

PARA ONDE VÃO AS ARMAS DE FOGO APREENDIDAS NO BRASIL

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Com as novas discussões sobre o Estatuto do Desarmamento – Lei 10.826/2003, várias questões envolvendo as armas de fogo de nosso país vieram à baila novamente, como por exemplo se o cidadão tem direito de portar uma arma de fogo ou não. Mas essa questão polêmica não é nosso objetivo hoje, mesmo porque sou suspeito para debater esse tema, pois amante das armas de fogo como sou, é claro que acho que todo cidadão tem direito de se defender, inclusive usando uma arma de fogo se for preciso. O tema que iremos tratar nessa publicação é qual o fim das armas de fogo apreendidas no Brasil, pois poucos sabem o que acontece com essas armas.

A destruição de armas de fogo apreendidas é responsabilidade do Exército Brasileiro, porém, essa é a última etapa de um processo que envolve vários outros atores. O primeiro passo é a apreensão do armamento pelos órgãos de segurança pública dos estados, como as Polícias Militares, Federal, Rodoviária Federal, Civil, e as Guardas Municipais.

Grandes quantidades de armas de fogo têm sido inutilizadas e destruídas pelo Exército Brasileiro (EB) nos últimos anos. Dados da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) apontam que, entre 1997 e 2012, a Força Terrestre incinerou 3,1 milhões de pistolas, revólveres, fuzis, espingardas, entre outros. Desse total, 15% referem-se ao material recolhido na Campanha do Desarmamento, realizada entre 2004 e 2006 pelo Ministério da Justiça. As informações de 2013 ainda estão sendo apuradas, segundo o DFPC.

Não há linearidade no número de apreensões nem de destruições ano a ano, já que o montante varia para mais ou para menos dependendo da época ou da cidade. As 12 regiões militares – que representam a forma como é dividida a atuação do Exército pelo País – receberam, de 2003 a 2010, 1,3 milhão de armas, tendo destruído 1,2 milhão delas.

Uma vez que chega ao EB, o armamento é conferido quantitativa e qualitativamente. É feita a inspeção de segurança e expedido o Recibo de Entrega. Todo o processo é filmado. O procedimento seguinte envolve a inutilização prévia do material por meio de prensamento e queima dos componentes plásticos, de madeira e polímeros, exceto Brasília que possui uma máquina específica para a destruição de armas de fogo. Depois de destruídas, as armas ficam a cargo dos Depósitos de Suprimento a guarda temporária.

Quando há quantidade suficiente nos depósitos, os armamentos são transportados para fornos incineradores de empresas, em geral companhias siderúrgicas parceiras. Por fim, o material é queimado, transformando-se em liga metálica, que algumas indústrias reaproveitam convertendo em arame, tubulação e demais materiais de construção de estrutura metálica.

A destruição do armamento apreendido não é o único fim que o material pode ter. De acordo com a Lei 11.706, de 19 de junho de 2008, ao receber as armas, o Comando do Exército tem autorização para, caso julgar pertinente, doar o material para as próprias Forças Armadas ou órgãos de segurança pública, o que raramente acontece.

Essa máquina de destruição de armas de fogo pertence ao Exército Brasileiro e está na capital federal, dentro de uma das inúmeras unidades militares de Brasília. Tive a oportunidade de vê-la em funcionamento numa visita técnica que fizemos DFPC 11ª Região Militar, para uma palestra sobre produtos controlados.
Ela custou para o estado cerca de 1 milhão de reais e mesmo assim não atende às necessidades para aquela atividade, pois ela não destrói armas longas. As armas longas devem ser cortadas previamente em pedaços menores para então serem trituradas pela máquina de destruir armas. Vejamos o vídeo que está em nosso canal no Youtube – 1911 ARMAS DE FOGO:

Essas fotos foram feitas no momento da demonstração de funcionamento da máquina:

Armas a serem destruídas.

Inclusive nesse dia que eles fizeram essa demonstração da destruição das armas para os participantes da palestra, à princípio a maquina não funcionou, se não me engano por problemas no seu gerador, de forma que a apresentação havia sido cancelada, mas o Sargento responsável pela máquina, com muito custo, conseguiu fazê-la funcionar e a apresentação aconteceu.

Armas após serem destruídas.

Esse é o resultado final, após as armas terem passado pelo triturador.

Finalmente apresento esse vídeo que explica o processo de inutilização das armas de fogo no Rio de Janeiro, que tem um número bem expressivo em apreensão de armas de fogo.

FONTE:

– http://www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2014/03/em-15-anos-exercito-destruiu-3-1-milhoes-de-armas-de-fogo

– https://www.youtube.com/watch?v=EWIPb8mwPgc

PROTEÇÃO BALÍSTICA – Parte I

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Este tema, proteção balística, hoje é muito amplo e de maneira alguma conseguiríamos exauri-lo, pois encontramos proteção balística em itens como óculos, luvas, vidros, fios elétricos, peças automobilísticas, veículos (civis e militares) além de uma infinidade de possibilidades, por isso mesmo vamos nos ater a proteção balística pessoal, fazendo um passeio histórico desde sua possível origem, atualidade e algumas novidades que andam aparecendo por ai.

Na página da Self Defense encontramos uma artigo do nosso amigo Major Victor, que nos dá uma introdução muito interessante sobre a proteção balística e sua evolução. Lá nos é apresentado que a primeira utilização pelo homem de algo semelhante ao que hoje nós conhecemos como proteção balística, foram as peles de animais, usadas ainda pelos primitivos para se proteger das garras e presas dos predadores. Muito depois, surgiram os escudos, feitos de peles no início, e então de materiais rígidos, como a madeira e metais. Os metais também foram usados pelos romanos na proteção do corpo, como placas peitorais, e depois como armaduras de corpo inteiro na idade média. Com o advento das armas de fogo (por volta de 1500 d.C), as proteções existentes tornaram-se obsoletas e logo perderam espaço.

Essa é uma cota de malha de aço, usada embaixo das armaduras dos cavaleiros medievais. Com o surgimento de balestras mais poderosas e depois das armas de fogo as armaduras medievais perderam a função de proteção do seu usuário.

Essa é uma cota de malha de aço, usada embaixo das armaduras dos cavaleiros medievais. Com o surgimento de balestras mais poderosas e depois das armas de fogo as armaduras medievais perderam a função de proteção do seu usuário.

A proteção balística flexível como hoje conhecemos teve suas origens ainda no Japão medieval, onde os guerreiros usavam peças confeccionadas em seda para se proteger do fio das espadas e das flechas inimigas. Somente no século XIX é que os americanos tentaram utilizar a seda com fins de proteção balística, contudo, esta se mostrava efetiva contra os projéteis de baixa velocidade (em torno de 100 a 150 m/s) das armas usadas até então, e ineficazes contra a nova geração de armas raiadas, que atingiam mais de 200 m/s. Além disso, o custo da seda era altíssimo – o equivalente a 2.500 reais de hoje – por unidade.

A próxima geração de material balístico viria durante a Segunda Guerra Mundial. O Nylon balístico era eficiente contra fragmentos de projéteis e explosões, mas não detinha a maior parte dos projéteis de pistolas e fuzis. Além do quê, eram extremamente grandes e desajeitados, mal servindo para fins militares. Mais

ESPINGARDA MOSSBERG 930 SPX

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No dia 24 de abril tive a oportunidade de testar uma espingarda Gauge 12 de uma renomada fábrica de armas de fogo, a Mossberg. A arma em questão foi a espingarda 930 SPX e mais a frente vamos falar das conclusões conseguidas desse teste. Mas primeiro quero situá-los sobre essa famosa fábrica de armas.

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A Mossberg & Sons, mais conhecida apenas como Mossberg, é um fabricante americano de armas de fogo especializada em espingardas, rifles, miras ópticas e acessórios para armas em geral. A partir de 1940 até os anos 1960, ele também produziu rifles esportivos no calibre .22.

Oscar Frederick Mossberg, natural da Suécia, chegou aos Estados Unidos em 1886. Trabalhou na fábrica de bicicletas de Iver Johnson, nativo da Noruega, que se tornou famoso por causa dos revólveres que produzia. Juntamente com seus dois filhos Iver e Harold, O.F. Mossberg fundou a O.F. Mossberg and Sons em 1919 e neste mesmo ano começou a produção de armas de fogo, como as pistolas e rifles de calibre .22, espingardas e miras ópticas para rifles, gerando um período de diversificação no mercado de artigos esportivos.

Espingarda da Mossberg e alguns equipamentos cambiáveis.

Espingarda da Mossberg e alguns equipamentos cambiáveis.

A Mossberg produziu suportes para armas, tacos de golfe e outros artigos, mas sempre mantendo o negócio de armas de caça como o principal. Sempre se mantiveram como uma empresa familiar e assim são até hoje, a Mossberg é o mais antigo fabricante de armas de fogo de propriedade familiar na América. Mais

INSTRUÇÃO DE TIRO COM O CURSO DE OFICIAIS DA SAUDE

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Vários amigos e seguidores sempre pediram para que eu contasse como era a experiência de ser um professor de tiro, atividade que faço desde desde 2002, como professor da PMGO, ano que me formei no Curso de Instrutor de Tiro (CIT). Na PMGO, para que você possa ministrar aulas de tiro ou de Uso Seletivo da Força (USF) é requisito obrigatório que você seja possuidor deste curso.

Decidi então escrever sobre a trajetória de um curso para atender ao pedido de nossos seguidores e amigos e também pois os alunos da turma em questão eram um público um pouco diferentes do que sempre lido, são psicólogos, dentistas e médicos. E finalmente pois esse curso, o Curso de Oficiais da Saúde (COS) foi o que eu consegui o melhor percurso didático de todos os cursos que já ministrei na minha trajetória como professor de tiro. Eles tiveram a parte teórica com o armamento, fizeram instruções de Paintball, depois o tiro virtual em estande de tiro virtual e então a instrução de tiro propriamente dita, que ao final uma prova foi aplicada, onde se conseguiu além da nota necessária para ser aprovado no COS, o conceito final de HABILITADO ou NÃO HABILITADO para o uso de pistolas ação dupla, homologado pela PMGO.

Alunos do Curso de Oficiais da Saúde da PMGO

Alunos do Curso de Oficiais da Saúde da PMGO

Os alunos do COS foram admitidos na PMGO através de concurso público para desenvolverem atividades inerentes a sua profissão, no caso psicólogos, médicos e dentistas, que irão atender policiais militares (PPMM) em suas demandas de saúde.
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TAURUS OU IMBEL?

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Há muitos anos me deparo com essa pergunta. Que arma devo comprar uma TAURUS ou uma IMBEL? Alunos, atiradores, admiradores, pessoas que querem garantir sua defesa pessoal comprando uma arma, simpatizantes e tantos outros, sempre que começam a se interessar pelas artes bélicas se perguntam que arma devo comprar?

Evitei tocar nesse assunto várias vezes, pois vaidades e interesses, dentre vários outros fatores entram em jogo e com certeza – e nem é minha intenção, essa breve publicação nunca iria exaurir o tema e desagradaria mais que agradaria aos que entendem ou querem entender sobre o assunto. Então deixo bem claro que o que adiante vou expor são opiniões minhas. Assim, fiquem à vontade para colocar as suas, pois sei que esse assunto poderá gerar inclusive discussões acaloradas.

Pistola Tanfoglio

Pistola Tanfoglio

Começo deixando bem claro que falo da escolha entre TAURUS e IMBEL, pois se pudesse comprar outra marca de arma de fogo com certeza não compraria uma arma da IMBEL, muito menos da TAURUS. Compraria outras marcas, uma para cada fim, como por exemplo: uma pistola TANFOGLIO ou da STI para a prática do IPSC; Mais

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